sábado, 1 de maio de 2010

Você sabe se o seu peso está dentro dos limites normais?

O objetivo da medida do peso durante a gravidez é identificar as gestantes com problemas nutricionais, ou seja, aquelas abaixo do peso ideal no início da gestação ou que estão ganhando muito pouco peso ou ainda, aquelas muito acima do peso ideal no início da gestação ou que estão ganhando peso acima do normal.



Resultados pré-natais ruins têm sido relacionados com peso materno insuficiente antes da gravidez, baixa estatura da mãe e aumento de peso insuficiente ou excessivo durante o transcorrer da gravidez.



A variação normal de peso durante uma gestação única oscila entre 6 - 16 kg ao final da gestação. O ideal seria ganhar entre 9 e 12 kg no total. Isso corresponde mais ou menos a um ganho de peso semanal de cerca de 400 g no 2º trimestre e 300 g no 3º trimestre. O aumento máximo de peso ocorre entre 12 e 24 semanas (ou seja, entre o 4º e o 6º mês).



Como medir o peso?

Na sua primeira consulta devem ser medidos o peso e a altura. Recomenda-se balanças com pesos (não digitais), pois podem ser calibradas regularmente.



A gestante deverá estar em pé, descalça e com roupas leves, com os calcanhares juntos o mais próximo possível da haste vertical da balança, erguida, com os ombros para trás e olhando para frente.



Há várias formas de você saber se o seu peso é adequado no início da gravidez e se o ganho de peso está normal.



1) Se você conhece o seu peso antes do início da gravidez é só acompanhar a curva pelo gráfico abaixo:







Para cada idade gestacional em semanas (a partir de 12 até 40 semanas) há um determinado valor correspondente de ganho de peso; e nesse mesmo gráfico você pode saber se o aumento de peso é adequado.



Se o seu aumento de peso ficar acima do máximo ou abaixo do mínimo você deverá submeter-se a uma orientação nutricional.











3) Há outras maneiras de se determinar o peso ideal durante a gestação. As contribuições para o aumento de peso são originadas do seu próprio corpo ( depósitos de gordura, aumento do volume de sangue, do útero e das mamas ) e da placenta, do líquido amniótico e do feto. Essas orientações, bem como, com quanto contribui cada um dos fatores de aumento de peso citados acima, é dada pelo Curso para Gestantes, oferecido pelo Clínica FGO.







Imagine que uma gestante "comilona" está com 16 semanas de gestação e nesse período já engordou 10 kg. O que está acontecendo com ela?

Resposta: se você olhar o gráfico de ganho de peso vai observar que no ponto 16 a curva máximo de peso cruza um valor aproximado de 5,5 kg e a curva mínimo de peso cruza um valor de 2 kg. O máximo que uma grávida normal deveria ter ganho até então deveria variar entre 2 e 5,5 kg. Portanto, essa gestante vai ficar muito "gordinha" se não passar por uma URGENTE orientação nutricional.



Imagine agora o contrário. Uma gestante que não gosta de se alimentar bem ou teve os vômitos excessivos da gravidez e chegou a 20 semanas de gestação tendo engordado apenas 1 kg. O que está acontecendo com ela?

Resposta: olhando o gráfico você vai perceber que no ponto 20 o ganho de peso teria que ser no mínimo cerca de 3,5 kg e no máximo 8 kg. A curva muito baixo cruza o valor de cerca de 2 kg. Se ela ganhou apenas 1 kg necessita orientação e tratamento nutricional URGENTE.



Imagine uma terceira situação. Uma grávida está com 36 semanas de gestação. Sua altura é 159 cm e ela está pesando agora 80 kg. Está gordinha? Está magrinha? Ou seu peso é adequado para a idade gestacional?

Resposta: se você consultar a tabela de pesos de acordo com a altura e a idade gestacional em semanas, vai observar que 159 cm cai na coluna 158/160 e na linha onde está o número 36, o mínimo para o peso é 60.4 e o máximo 71.2 kg. Portanto o peso dessa grávida deveria estar entre 60.4 e 71.2 kg. Se ela está com 80 kg = GORDINHA. Na verdade ela está com o peso de uma grávida de 36 semanas com 172 cm de altura, ou seja esse seria o peso ideal para uma grávida mais alta. "Tá muito gordinha mesmo, heim??!!"



Imagine uma quarta situação. Essa mesma grávida pesando na 36ª semana de gravidez 50 kg.

Resposta: "Tá muito magrinha!!!!!!". Nesses casos, em geral, há subnutrição, e o bebê corre grande risco de ter o seu crescimento retardado, pois é possível que essa gestante não tenha ganho peso durante a gestação. Melhor dizendo, é certo que ela não chegou a ganhar 5 kg. Na verdade detectar essa alteração só com 36 semanas já pode ser muito tarde para tomar as providências nutricionais adequadas para ela. Por isso é importante fazer o PRÉ-NATAL. O procedimento da medida do peso é de extrema importância ( saiba como é o pré-natal e quais são os tipos de acompanhamentos).



OBS: existem raros casos em que a gestante ganha menos de 5 kg e ainda assim tem um bebê saudável. Contudo, essa não é a regra e nem é o recomendado.

Quartinho do Mês- Crescendo & Aprendendo

O Quartinho do Mês de Maio é do Guilherme. Uma linda decoração para Menino,uma ótima opção!
Então de você está esperando um bebê aí nossa dica.
Guilherme é Filho da Michele de Rose.

quinta-feira, 29 de abril de 2010

A INFLUÊNCIA DA TELEVISÃO SOBRE AS CRIANÇAS

Assistir televisão é um dos passatempos mais importantes na vida de crianças e adolescentes.

Praticamente em todos os lares, seja qual for o nível social, o televisor está presente substituindo muitas vezes a presença materna, a babá eletrônica acessível à todos.

Segundo várias pesquisas, ao terminar o Ensino Médio, os adolescentes passaram mais tempo frente à televisão que em sala de aula.

Não há discordâncias quanto ao fato de que a televisão pode entreter, informar e acompanhar as crianças, pode também exercer influências indesejáveis.

O tempo passado frente à televisão é subtraído de muitas atividades importantes, tais como a leitura, os trabalhos da escola, os jogos, a interação com a família e o desenvolvimento social.

Na relação televisor - crianças também existe aprendizagem. Mas a pergunta que se coloca é que tipo de aprendizagem? Na maioria das vezes pode-se aprender coisas que são inapropriadas ou incorretas, pois, principalmente entre as crianças, ocorre a não diferenciação entre a fantasia apresentada na televisão e a
realidade.

Os problemas não são apenas detectados somente nos programas vistos, pois, encontram-se sob a influência de centenas de anúncios comerciais, muitos dos quais induzem a hábitos de alimentação nada saudáveis, estimulam o consumismo, difundem estilos de vida que associam a posse de bens supérfluos como fatores de sucesso, alegria e bem
estar.

As crianças que permanecem mais tempo assistindo televisão correm um risco muito maior de :

- fazer menos exercícios;
- ler muito menos;
- aumentar de peso;
- apresentar pior desempenho escolar

A violência, a sexualidade, os esteriótipos de raça e gênero e o abuso de drogas e álcool são temas comuns nos programas televisivos. Crianças e jovens impressionáveis podem assumir que aquilo que se vê na televisão é normal, seguro e aceitável. Por conseqüência a televisão expõe as
crianças a tipos de comportamentos e atitudes que podem ser difíceis de serem compreendidos, analisados,
elaborados e filtrados.

Os pais podem ajudar seus filhos a terem experiências mais positivas com a televisão, pois podem:

- assistir aos programas com os filhos, aproveitando ocasiões propícias para discutir o conteúdo do que é visto, bem como daquilo que é veiculado em comerciais;
- escolher os programas adequados para o nível de desenvolvimento da criança;
- limitar o tempo que é passado frente à televisão;
desligar a televisão quando os programas parecerem inadequados a seus filhos;
- estabelecer que o horário de estudo é para ser dedicado a aprendizagem, não permitindo a realização de tarefas escolares com a televisão ligada;

A hora das refeições deve ser um momento de conversa entre os familiares, que muitas vezes tem pouquíssimas ocasiões para se encontrarem e para comer enquanto se assiste televisão

Com uma orientação apropriada seus filhos podem aprender a usar a televisão de uma maneira saudável e positiva:

- estimular discussões com eles quando estão assistindo juntos a um programa;
- evidenciar comportamentos positivos como a cooperação, a amizade e o interesse pelos outros;
- fazer conexões com a histórias, livros, lugares de interesses e eventos pessoais;
- conversar com eles sobre seus valores pessoais e familiares e como se relacionam com o que está sendo visto no programa, comparando o que estão vendo com eventos reais;
- deixe-os saber as verdadeiras conseqüências da violência;
- discutir sobre o papel da publicidade e sua influência no que se compra.

A sensibilidade da mulher durante a gestação

Mesmo naquele comecinho, onde ainda estamos com o positivo nas mãos, podemos perceber o trilhão de emoções que sentimos de uma única vez.
Daí em diante pronto, passamos a ser outra mulher, com uma sensibilidade incrível, são noves meses vividos intensamente e acompanhadas, acompanhadas de sonhos, expectativas e muita ansiedade.
Ansiedade, um dos maiores motivos entre as gestantes, que as deixam tão sensíveis, mesmo que em tese seja comprovada que sejam os hormônios. digamos então que tudo influência!
Já temos a pré disposição de sermos mais sensíveis, mais durante a gestação ficamos mais vulnéraveis, daí então choramos com mais facilidade, nos irritamos, é como se tornassemos mais ''gente'' do que sómos.
Momento lindo e divino, porém todo cuidado é pouco, quando alguém que está ao nosso lado, não é compreensivo e pode entender tudo isso como frescura ou manha. Mas sabemos como ninguém, que nós mulheres, ao engravidar nos tornamos, mulheres, sensitivas, digamos que seja um treinamento, para a nova etapa da vida que iremos enfrentar e com
certeza a mais difícil, a mais gostosa e a mais desejada!
Durante a gestação, a sensibilidade também pode nos ajudar bastante, se usarmos a nosso favor, e podemos fazer isso.
Como?????
Aproveitando cada segundo da gestação, nove meses ou 40 semanas, sabendo que a cada segundo vivênciado com esse pequeno ser que carregamos não voltará jamais e que no término desse período haverá um desligamento, mais nunca um distânciamento.
Esse desligamento, que nos fará ser e ter a relação mãe e filho, nos traz de volta para o mundo real, e toda a sensibilidade aflorada durante a gestação, nos deixa mais fortes que o previsto.
Isso não quer dizer que só sómos sensíveis durante a gestação, mais com certeza ficamos bem mais. Nem tão pouco quer dizer que o parto nos deixe insensíveis, mais a medida que a mulher se tornar mãe, toda a sensibilidade, toda fragilidade se tornar em força.
Força esta que faz de cada mulher, única, excepcional e mãe!

Maquiagem para o dia a dia

A maquiagem já faz parte da vida de toda mulher. Base, lápis, blush e batom são itens indispensáveis nas necessarie e nas bolsas femininas. Mas a correria do dia a dia nem sempre permite uma produção mais elabora. A maquiadora Adriana Cabral dá dicas de como ter um rosto com aparência saudável e sem pecar no excesso.
“Essa maquiagem serve tanto para quem precisar usar todo dia, no trabalho, ou para quem quer sempre ter um ar de saude no rosto, sem parecer uma boneca”, explica Adriana.
Passo a passo para um look casual:
1°- Lave o rosto com água fria. Seque com uma toalhinha e passe um hidratante. “É de fundamental importância ter a saúde da pele, para isso procure cuidar dela antes do procedimento e após. Sempre se preocupando em tirar qualquer resido químico, os poros precisam respirar”.
2°- Escolha uma base com um tom abaixo da sua cor natural. Espalhe pelo rosto com a ajuda de uma esponjinha. Delicadamente, sem colocar muito. “A intenção é homogênizar a pele do rosto, cobrindo pequenas imperfeições”.
3°- Espalhe o pó. Também com a ajuda de uma esponjinha.
4°-Para os olhos, a sombra será clara. Com tons de pele ou bege. Passe dentro com um pincel, colorindo a parte superior do olho, sem sair dos limites dele.
5°- Com a ponta do delineador, bem fina, você fará um traço fino e continuo, da ponta de dentro do olho até a outra ponta de fora. Procure não pesar com a mão, para que o traçado sai leve e suave. Fique dentro dos limites dos olhos. “Para o dia a dia, a moda dos olhos orientais ou de gatinhos não ficaria bem. Pois requerem um realce do olhar, sobrecarregando o com o preto forte”.
6°- Passe lápis na parte inferior do olho. De preferência uma cor como marrom escuro, ou preto. Sem deixar muito marcado. “Vale lembrar que a maquiagem suave é para o dia. De noite o lápis preto marcado está liberado”.
7°- Agora é a vez do Blush. Procure um tom mais bronzeado, como marrom, ou dourado. Para não ficar forte direcione o movimento de dentro das bochecas para a orelha. Com movimentos leves e sem encostar muito na face. “O Blush é só para dar aquele arzinho de saudável, tons de bronzeado estão na moda devido ao verão”.
8°-Por ultimo cubra os cílios com rimel preto. Procurando movimentar o aplicador de baixo para cima para gerar volume.

Laqueadura - fazer ou não?

Eis um assunto muito polêmico, a laqueadura. Primeiramente, descrevendo o que é a laqueadura ou ligadura das trompas, seria a incapacidade de gerar filhos naturalmente por vontade própria. Esterelidade. Nunca mais ficar grávida (salvo 1% que falha).
É uma decisão muito importante a ser tomada, deve ser muito bem pensada pelo casal juntamente com o médico que os acompanha. O que leva as mulheres a fazerem laqueadura? Se auto-esterelizar? O emocional ou o financeiro? Ambos. Algumas mulheres estão satisfeitas com o número de filhos que tem; outras tendem a fazer porque sabem o quanto de filhos podem
sustentar.
No mundo de hoje é muito complicado ter muitos filhos se não tem uma boa condição financeira. Nós mulheres sabemos que além de alimentar, vestir e calçar tem a educação e o lazer que é importante e essencial na vida de uma criança.
Tem médicos que são contra a laqueadura e outros a favor. Eles tem medo que a mulher venha a se arrepender no futuro e querer reverter o processo, por isso muitos aconselham que o marido faça a vasectomia.
No Brasil, atualmente, toda a mulher casada, com 25 anos e/ou mais de 2 filhos tem direito de fazer a laqueadura. O SUS cobre mas a fila de espera é muito longo. Se a mulher tem um plano de saúde, ela vai passar por uma análise psicológica para ver se o casal tem condições de fazer uma laqueadura. Antes do corpo são a mente tem que estar sã
também. O casal deve estar ciente que nunca mais
poderáter filhos naturalmente. As perguntas geralmente são voltadas do porquê o interesse do casal em fazer a laqueadura; se não irão se arrepender caso perda um filho. Por isso a importância dessa decisão.
Muitos casais tomam a decisão de fazer a laqueadura, estão cientes de tudo e sabem que o número de filhos que tem naquele momento é o suficiente; mas futuramente pode ser que a condição financeira mude e resolvam ter mais, ou quem sabe simplesmente decidem ter outro; ou acontece um divórcio e a mulher queira ter outro filho com outro parceiro; e o
menos pensável mas também provável é a perda
deum filho.
A laqueadura é um ótimo método contraceptivo. É quase impossível de voltar a engravidar sem reverter o processo, e muitas vezes mesmo revertendo o organismo pode ter dificuldades em se reabilitar. Por isso, se você não tem certeza, pense muito bem, existem muitos métodos contraceptivos, como a pílula, DIU, diafragma, etc... o
preservativo vem somente para auxiliar mas não previne totalmente.
A adoção de crianças também pode ser mencionada para aquelas mulheres que fizeram a laqueadura e se arrependeram, existem muitas crianças a espera de um lar. E com a modernidade de hoje, tem também a fertilização in vitro.
A laqueadura dá ao casal a tranquilidade de saber que não ocorrerá uma gravidez indesejada. Deve ser feita somente com a decisão do casal e por motivos nobres, como o planejamento familiar, o saber para quantos filhos você poderá dar um futuro melhor, e não em casos de não querer estragar o corpo com uma gravidez ou ter vários
parceiros e a certeza de não engravidar. Não é essa a sua finalidade.
Laqueadura é sério, mexe com o corpo e com o espírito. Reflita os seus reais motivos para fazê-la e decidam juntos, com amor e com razão.

terça-feira, 27 de abril de 2010

Cabelo realça a beleza feminina

Franja, cortes assimétricos e tons de vermelho e castanho colorem e realçam a beleza feminina
Sem o bronzeado do verão, a função de colorir a mulher fica a cargo do cabelo. No inverno, tons de vermelho, marrom, chocolate e dourado intenso fazem contraste com a pele clara e realçam cortes irregulares e desfiados no contorno do rosto. “A moda é o cabelo com comprimento até o ombro, com quatro dedos de repicado”, ensina o cabeleireiro Rudi Werner.
A ondulação também está de volta. “Mas a raiz não é crespa. Os cachos ficam soltos, bem naturais. A Madonna é o melhor exemplo da novidade”, diz Richard Metairon, que dita tendência de cortes para os 350 salões da rede Mod’s Hair. “A técnica do corte é uma questão de geometria. Hoje, fazemos pequenos triângulos invertidos”, diz o cabeleireiro, que semana que vem assinará o visual de vários desfiles do Morumbi Fashion.
Na hora de mudar de cor, a tendência é usar dois tons: o mais escuro no total do cabelo e um tom mais claro em mechas feitas uma a uma, dentro da técnica conhecida como balayage. “O certo é fazer mecha dois tons abaixo da cor do cabelo. Cabelo escuro, por exemplo, fica lindo com mecha loura-acobreada, enquanto que a mecha loura fica artificial e envelhece”, ensina a tinturista Branca Di Lorenzo, do salão Jean Yves.
Mechas iluminam a fisionomia
MECHAS – Continuam em alta. A novidade é a balayage mais forte nas pontas. “É uma técnica diferente. Você faz a mecha desde a raiz, mas ressalta a cor nas pontas”, explica a tinturista Branca Di Lorenzo. “A balayage ilumina a fisionomia, por isso gosto de carregar mais na frente.”
TIPO FÍSICO – Quem tem rosto redondo deve evitar corte de fio reto e dar volume no alto da cabeça. Mulher de rosto fino fica bem com cabelo desfiado, que dá volume. “Já o rosto quadrado combina com fios irregulares contornando o queixo”, diz Rudi Werner.
O que está em alta

  • Corte irregular
  • Escova
  • Franja repicada
  • Negro e vermelho acobreado
  • Balayage com duas cores
O que está em baixa
  • Cabelo longo
  • Corte de fio reto
  • Franja inteira
  • Cachos intensos
  • Cor única