O tomate é um alimento que diminuiu as chances de desenvolver catarata, problemas cardíacos e câncer (principalmente o de próstata, mama, pulmão e endométrio). O que poucos sabem é que ainda pode entrar na composição de cosméticos contra manchas, rugas e flacidez. O carotenoide licopeno, que dá sua cor vermelha, é o grande responsável pelos benefícios à beleza.
Os produtos podem contar com a polpa do fruto ou com o óleo de sua semente, desde que haja licopeno em concentrações altas. "O carotenoide protege a pele contra os efeitos danosos dos radicais livres. Possui estrutura semelhante à da vitamina A e à do betacaroteno, porém sem os efeitos adversos das formas de vitamina A", disse Maurício Pupo, diretor da Ipupo Consultoria em Desenvolvimento Cosmético.
A vitamina A, ara ser aplicada na pele, tem de estar na forma de ácido retinoico, que pode provocar irritações, descamação, vermelhidão e fotossensibilidade.
Sempre na forma de creme, pode ser aplicado no corpo, mãos, rosto e pés. "Ao penetrar na pele, tem uma capacidade incrível de neutralizar os radicais livres que provocam as manchas, as rugas, a flacidez e o envelhecimento cutâneo no geral."
domingo, 25 de abril de 2010
Trocando o berço pela cama.
Logo que começam a ensaiar os primeiros passos, a agilidade somada ao gostinho de liberdade que a criança experimenta, pode fazer com que alguns lugares na casa deixem de ser seguros ou confortáveis. É o que leva os pais, nessa fase, a mudar o bebê do berço para a cama.
Esta será uma nova experiência que lhe dará muito prazer, pois significa subir mais um degrau no caminho da independência. Além disso, os pequenos têm uma grande admiração pelos adultos e tudo que os faz parecer com eles é divertido.
É importante que o pequeno saiba da mudança aos poucos e se envolva com ela participando de tudo, como na compra da cama nova, dos lençóis e do travesseiro.
Os papais devem tomar cuidado com relação ao sumiço do berço, ele simplesmente não pode sumir de uma hora para outra, a criança tem que saber para onde levarão seu velho bercinho.
Na hora de escolher a cama para os filhos, tente escolher uma baixa, para facilitar o acesso da criança, e sem quinas pontiagudas que possam machucá-la. Nos primeiros meses, convém adaptar a ela uma meia grade, como proteção contra quedas. Os espaços entre as colunas dessa grade devem ser pequenos, para impedir que a criança coloque neles a cabeça, os braços ou as pernas.
Algumas crianças vão sofrer um pouquinho com a saída do berço, mas isso é normal. Dê atenção a cama nova, mostre a criança o quanto de espaço tem agora para dormir. Diga também à criança o motivo da troca, fale que ela está crescendo e que daqui a pouco não haveria mais espaço dentro do berço pra ela.
Se seu filho tiver um irmãozinho ou uma irmãzinha, fica mais fácil de fazer a troca para a caminha, pois todo irmão caçula gosta de imitar o mais velho. Tente mostrar que o irmão já é grande e é por isso que ele dorme na cama. A criança irá sentir vontade de ir logo para a cama.
Rafaela Rosas
Esta será uma nova experiência que lhe dará muito prazer, pois significa subir mais um degrau no caminho da independência. Além disso, os pequenos têm uma grande admiração pelos adultos e tudo que os faz parecer com eles é divertido.
É importante que o pequeno saiba da mudança aos poucos e se envolva com ela participando de tudo, como na compra da cama nova, dos lençóis e do travesseiro.
Os papais devem tomar cuidado com relação ao sumiço do berço, ele simplesmente não pode sumir de uma hora para outra, a criança tem que saber para onde levarão seu velho bercinho.
Na hora de escolher a cama para os filhos, tente escolher uma baixa, para facilitar o acesso da criança, e sem quinas pontiagudas que possam machucá-la. Nos primeiros meses, convém adaptar a ela uma meia grade, como proteção contra quedas. Os espaços entre as colunas dessa grade devem ser pequenos, para impedir que a criança coloque neles a cabeça, os braços ou as pernas.
Algumas crianças vão sofrer um pouquinho com a saída do berço, mas isso é normal. Dê atenção a cama nova, mostre a criança o quanto de espaço tem agora para dormir. Diga também à criança o motivo da troca, fale que ela está crescendo e que daqui a pouco não haveria mais espaço dentro do berço pra ela.
Se seu filho tiver um irmãozinho ou uma irmãzinha, fica mais fácil de fazer a troca para a caminha, pois todo irmão caçula gosta de imitar o mais velho. Tente mostrar que o irmão já é grande e é por isso que ele dorme na cama. A criança irá sentir vontade de ir logo para a cama.
Rafaela Rosas
Marcadores:
Crescimento e Desenvolvimento,
Idade Certa
Estresse dos pais e as conseqüências nos filhos
Já se sabe que hoje em dia o estresse afeta adultos e criança, além de trazer inúmeros prejuízos em todos os aspectos da vida, como saúde e o comportamento social, seja nos pequenos ou nos mais velhos.
O que um estudo americano sugere agora é que filhos de pais estressados são mais vulneráveis a doenças.
O trabalho foi publicado em uma revista americana especializada no assunto chamada "Brain, Behavior and Immunity". Além do estresse, pais deprimidos também têm maiores chances de ter filhos mais propensos a doenças e infecções.
O estudo, realizado na Universidade de Rochester, acompanhou 169 crianças durante anos. Os pais registraram durante esses três anos todas as vezes que as crianças ficaram doentes. Além disso, os pais levavam as crianças de seis em seis meses para consultas com psiquiatras.
A médica Mary Caserta constatou que a ocorrência de doenças nas crianças foi maior naquelas que eram filhos de pais que tinham um alto nível de "estresse emocional".
Já é conhecido que em pessoas estressadas há um alto nível de células imunológicas (aquelas que combatem organismos estranhos presentes no corpo) no sangue e nesse estudo foi comprovado que no sangue de crianças filhos de pais estressados também há um maior índice de células imunológicas, algo totalmente incomum nesta fase de vida.
Lembre-se, mamãe, que o estresse cria maior dificuldade em parar de fumar. Consequentemente, a mamãe fumante tende-se a tornar ainda mais tensa devido ao cigarro, aumentando o estresse, ciclo prejudicial em todos os sentidos.
Amor pra curar o estresse - A criança precisa da ajuda de adultos para que cuide do seu corpo com alimentação e aprendizagem, mas se não houver um ambiente acolhedor e com afeto e amor não é possível se desenvolver plenamente e com saúde. Pais estressados podem deixar de demonstrar carinho aos seus filhos.
Já é sabido que bebês não sobrevivem sem amor. O afeto e o amor na infância e na juventude são tão importantes para a criança quanto uma boa alimentação com as vitaminas e proteínas necessárias que o corpo necessita para funcionar adequadamente.
O estudo sobre estresse dos pais e a saúde das crianças tem uma variável que os pesquisadores apontaram: ao deixar que os pais medissem o grau de doenças dos filhos pode ter mascarado o resultado da pesquisa, já que pais mais ansiosos poderiam ter mais tendência a achar que seus filhos estavam doentes.
Mas mesmo assim, os pesquisadores afirmam e sustentam que os resultados indicam uma forte ligação entre estresse dos pais e saúde das crianças.
Dicas
Cuide de você, mamãe! Sua saúde mental e física em boa forma é essencial para que seu filho cresça saudável.
Ao entrar em casa, esqueça dos problemas do trabalho e lembre-se que você tem seus pequenos que precisam da sua atenção e amor.
Faça uma atividade que você, mamãe, goste e que lhe dê prazer e um tempo só para você. Ajuda a diminuir o estresse.
O que um estudo americano sugere agora é que filhos de pais estressados são mais vulneráveis a doenças.
O trabalho foi publicado em uma revista americana especializada no assunto chamada "Brain, Behavior and Immunity". Além do estresse, pais deprimidos também têm maiores chances de ter filhos mais propensos a doenças e infecções.
O estudo, realizado na Universidade de Rochester, acompanhou 169 crianças durante anos. Os pais registraram durante esses três anos todas as vezes que as crianças ficaram doentes. Além disso, os pais levavam as crianças de seis em seis meses para consultas com psiquiatras.
A médica Mary Caserta constatou que a ocorrência de doenças nas crianças foi maior naquelas que eram filhos de pais que tinham um alto nível de "estresse emocional".
Já é conhecido que em pessoas estressadas há um alto nível de células imunológicas (aquelas que combatem organismos estranhos presentes no corpo) no sangue e nesse estudo foi comprovado que no sangue de crianças filhos de pais estressados também há um maior índice de células imunológicas, algo totalmente incomum nesta fase de vida.
Lembre-se, mamãe, que o estresse cria maior dificuldade em parar de fumar. Consequentemente, a mamãe fumante tende-se a tornar ainda mais tensa devido ao cigarro, aumentando o estresse, ciclo prejudicial em todos os sentidos.
Amor pra curar o estresse - A criança precisa da ajuda de adultos para que cuide do seu corpo com alimentação e aprendizagem, mas se não houver um ambiente acolhedor e com afeto e amor não é possível se desenvolver plenamente e com saúde. Pais estressados podem deixar de demonstrar carinho aos seus filhos.
Já é sabido que bebês não sobrevivem sem amor. O afeto e o amor na infância e na juventude são tão importantes para a criança quanto uma boa alimentação com as vitaminas e proteínas necessárias que o corpo necessita para funcionar adequadamente.
O estudo sobre estresse dos pais e a saúde das crianças tem uma variável que os pesquisadores apontaram: ao deixar que os pais medissem o grau de doenças dos filhos pode ter mascarado o resultado da pesquisa, já que pais mais ansiosos poderiam ter mais tendência a achar que seus filhos estavam doentes.
Mas mesmo assim, os pesquisadores afirmam e sustentam que os resultados indicam uma forte ligação entre estresse dos pais e saúde das crianças.
Dicas
Cuide de você, mamãe! Sua saúde mental e física em boa forma é essencial para que seu filho cresça saudável.
Ao entrar em casa, esqueça dos problemas do trabalho e lembre-se que você tem seus pequenos que precisam da sua atenção e amor.
Faça uma atividade que você, mamãe, goste e que lhe dê prazer e um tempo só para você. Ajuda a diminuir o estresse.
Promoção dia das Mães: Participe!
A mamãe sorteada ganhará o lindo àlbum e sua frase passará uma semana na nossa página principal,como homenagem à todas pelo dia das Mães. Estamos esperando sua inscrição! Boa Sorte.
http://mamaeebebe.ning.com - Crescendo & Aprendendo
sexta-feira, 19 de março de 2010
Saúde x Esporte : Natação Infantil - Um Hábito saudável!
Desde cedo as crianças devem ser incentivadas a exercerem alguma atividade física. As vantagens de um esporte iniciado logo cedo são inúmeras. A natação é uma excelente dica ao público infantil.
Você quer saber alguns dos benefícios proporcionados pelas atividades físicas? Então vamos lá: melhora a capacidade cardiorrespiratória, o tônus, a coordenação, o equilíbrio, a agilidade, a força, a velocidade, desenvolve habilidades psicomotoras como a lateralidade, as percepções tátil, auditiva e visual, as noções espacial, temporal e de ritmo, sociabilidade e autoconfiança.
Não podemos nos esquecer de um aspecto fundamental: a criança não deve ser obrigada a fazer aquilo que não gosta. Deixe que ela escolha a sua atividade física. Segundo a Academia Americana de Pediatria, 75% das crianças obrigadas a fazer esportes de que não gostam, até os 15 anos, param de praticar e ficam sedentárias.
A natação é o esporte que pode fazer parte da vida da criança logo nos primeiros meses. É praticada de forma lúdica e recreativa, sem compromisso com as técnicas, para uma adaptação ao meio líquido.
Esse esporte contribui para desenvolvimento do ser humano integral, nos aspectos cognitivo, emocional e social. Também é incontestável a eficácia e a eficiência da natação para a melhoria do aspecto físico e da postura essenciais para o desenvolvimento motor do bebê.
Na natação, a criança pode experimentar os movimentos novos que aprende sem traumas de um tombo como rolar, movimentar perninhas e bracinhos. Além de tudo, é um meio aconchegante oferecido pela água morna.
Companheiro - As crianças precisam da presença de um acompanhante nas aulas, alguém que a criança confie. Essa relação de confiança é de fundamental importância para o desenvolvimento afetivo do bebê. Além disso, as crianças aprendem com mais segurança, sem medo do desconhecido.
A importância da natação para a formação de sua personalidade e inteligência é algo que não se pode negar. Com os colegas na piscina, aprendem que cada um tem sua vez e todos são importantes.
Crianças iniciadas em um programa de adaptação ao meio líquido em idade pré-escolar têm um rendimento mais satisfatório em seu processo de alfabetização.
Não é de se espantar quando se fala que a natação é um esporte completo. Esse esporte também melhora a resistência do organismo e ajuda na prevenção e recuperação de doenças como asma, bronquite e problemas ortopédicos.
Quando o bebê estiver com febre, diarréia ou vômito, reações vacinais ou dores de ouvido não o leve para a aula de natação. Agasalhe sempre as crianças antes e depois das aulas.
Os pais não devem matricular seus bebês nas aulas de natação com o objetivo de formarem campeões, mas sim pela formação de um hábito que lhe renderão boa saúde para sempre. A medalha de campeão em saúde ninguém tirará de seu filho.
Você quer saber alguns dos benefícios proporcionados pelas atividades físicas? Então vamos lá: melhora a capacidade cardiorrespiratória, o tônus, a coordenação, o equilíbrio, a agilidade, a força, a velocidade, desenvolve habilidades psicomotoras como a lateralidade, as percepções tátil, auditiva e visual, as noções espacial, temporal e de ritmo, sociabilidade e autoconfiança.
Não podemos nos esquecer de um aspecto fundamental: a criança não deve ser obrigada a fazer aquilo que não gosta. Deixe que ela escolha a sua atividade física. Segundo a Academia Americana de Pediatria, 75% das crianças obrigadas a fazer esportes de que não gostam, até os 15 anos, param de praticar e ficam sedentárias.
A natação é o esporte que pode fazer parte da vida da criança logo nos primeiros meses. É praticada de forma lúdica e recreativa, sem compromisso com as técnicas, para uma adaptação ao meio líquido.
Esse esporte contribui para desenvolvimento do ser humano integral, nos aspectos cognitivo, emocional e social. Também é incontestável a eficácia e a eficiência da natação para a melhoria do aspecto físico e da postura essenciais para o desenvolvimento motor do bebê.
Na natação, a criança pode experimentar os movimentos novos que aprende sem traumas de um tombo como rolar, movimentar perninhas e bracinhos. Além de tudo, é um meio aconchegante oferecido pela água morna.
Companheiro - As crianças precisam da presença de um acompanhante nas aulas, alguém que a criança confie. Essa relação de confiança é de fundamental importância para o desenvolvimento afetivo do bebê. Além disso, as crianças aprendem com mais segurança, sem medo do desconhecido.
A importância da natação para a formação de sua personalidade e inteligência é algo que não se pode negar. Com os colegas na piscina, aprendem que cada um tem sua vez e todos são importantes.
Crianças iniciadas em um programa de adaptação ao meio líquido em idade pré-escolar têm um rendimento mais satisfatório em seu processo de alfabetização.
Não é de se espantar quando se fala que a natação é um esporte completo. Esse esporte também melhora a resistência do organismo e ajuda na prevenção e recuperação de doenças como asma, bronquite e problemas ortopédicos.
Quando o bebê estiver com febre, diarréia ou vômito, reações vacinais ou dores de ouvido não o leve para a aula de natação. Agasalhe sempre as crianças antes e depois das aulas.
Os pais não devem matricular seus bebês nas aulas de natação com o objetivo de formarem campeões, mas sim pela formação de um hábito que lhe renderão boa saúde para sempre. A medalha de campeão em saúde ninguém tirará de seu filho.
quinta-feira, 4 de março de 2010
Calendário Vacinas
Recomendado pela Sociedade Brasileira de Pediatria - 2009
Idade Vacina Doses Doenças que imuniza
Ao nascer BCG - ID dose única Formas graves de tuberculose
Hepatite B 1ª dose Hepatite B
1 mês Hepatite B 2ª dose Hepatite B
2 meses Vacina tetravalente (DTP + Hib) 1ª dose Difteria, tétano, coqueluche, meningite e outras infecções causadas pelo Haemophilus influenzae tipo b
VOP (vacina oral contra pólio) 1ª dose Poliomielite (paralisia infantil)
VORH (Vacina Oral de Rotavírus Humano) 1ª dose Diarréia e desidratação causada por rotavírus
Antipneumocócica Conjugada Heptavalente (*) 1ª dose Meningite pneumocócica, pneumonia, sinusite
3 meses Antimeningocócica C Conjugada (*) 1ª dose Meningite Meningocócica C
4 meses Vacina tetravalente (DTP + Hib) 2ª dose Difteria, tétano, coqueluche, meningite e outras infecções causadas pelo Haemophilus influenzae tipo b
VOP (vacina oral contra pólio) 2ª dose Poliomielite (paralisia infantil)
VORH (Vacina Oral de Rotavírus Humano) 2ª dose Diarréia e desidratação causada por rotavírus
Antipneumocócica Conjugada Heptavalente (*) 2ª dose Meningite pneumocócica, pneumonia, sinusite
5 meses Antimeningocócica C Conjugada (*) 2ª dose Meningite Meningocócica C
6 meses Vacina tetravalente (DTP + Hib) 3ª dose Difteria, tétano, coqueluche, meningite e outras infecções causadas pelo Haemophilus influenzae tipo b
VOP (vacina oral contra pólio) 3ª dose Poliomielite (paralisia infantil)
Hepatite B 3ª dose Hepatite B
Antipneumocócica Conjugada Heptavalente (*) 3ª dose Meningite pneumocócica, pneumonia, sinusite
Influenza (*) 1ª dose Gripe
7 meses Influenza (*) 2ª dose Gripe
9 meses Febre amarela dose única Febre amarela
12 meses SRC (tríplice viral) dose única Sarampo, rubéola e caxumba
Hepatite A (*) 1ª dose Hepatite do tipo A
Varicela (*) 1ª dose Catapora
15 meses VOP (vacina oral contra pólio) reforço Poliomielite (paralisia infantil)
DTP (tríplice bacteriana) 1º reforço Difteria, tétano e coqueluche
Antipneumocócica Conjugada Heptavalente (*) reforço Meningite pneumocócica, pneumonia, sinusite
18 meses Hepatite A (*) 2ª dose Hepatite do tipo A
2 anos Influenza (*) reforço Gripe
3 anos Influenza (*) reforço Gripe
4 anos Influenza (*) reforço Gripe
5 anos Influenza (*) reforço Gripe
4 - 6 anos DTP (tríplice bacteriana) 2º reforço Difteria, tétano e coqueluche
SRC (tríplice viral) reforço Sarampo, rubéola e caxumba
(*) Não disponível na rede pública
Idade Vacina Doses Doenças que imuniza
Ao nascer BCG - ID dose única Formas graves de tuberculose
Hepatite B 1ª dose Hepatite B
1 mês Hepatite B 2ª dose Hepatite B
2 meses Vacina tetravalente (DTP + Hib) 1ª dose Difteria, tétano, coqueluche, meningite e outras infecções causadas pelo Haemophilus influenzae tipo b
VOP (vacina oral contra pólio) 1ª dose Poliomielite (paralisia infantil)
VORH (Vacina Oral de Rotavírus Humano) 1ª dose Diarréia e desidratação causada por rotavírus
Antipneumocócica Conjugada Heptavalente (*) 1ª dose Meningite pneumocócica, pneumonia, sinusite
3 meses Antimeningocócica C Conjugada (*) 1ª dose Meningite Meningocócica C
4 meses Vacina tetravalente (DTP + Hib) 2ª dose Difteria, tétano, coqueluche, meningite e outras infecções causadas pelo Haemophilus influenzae tipo b
VOP (vacina oral contra pólio) 2ª dose Poliomielite (paralisia infantil)
VORH (Vacina Oral de Rotavírus Humano) 2ª dose Diarréia e desidratação causada por rotavírus
Antipneumocócica Conjugada Heptavalente (*) 2ª dose Meningite pneumocócica, pneumonia, sinusite
5 meses Antimeningocócica C Conjugada (*) 2ª dose Meningite Meningocócica C
6 meses Vacina tetravalente (DTP + Hib) 3ª dose Difteria, tétano, coqueluche, meningite e outras infecções causadas pelo Haemophilus influenzae tipo b
VOP (vacina oral contra pólio) 3ª dose Poliomielite (paralisia infantil)
Hepatite B 3ª dose Hepatite B
Antipneumocócica Conjugada Heptavalente (*) 3ª dose Meningite pneumocócica, pneumonia, sinusite
Influenza (*) 1ª dose Gripe
7 meses Influenza (*) 2ª dose Gripe
9 meses Febre amarela dose única Febre amarela
12 meses SRC (tríplice viral) dose única Sarampo, rubéola e caxumba
Hepatite A (*) 1ª dose Hepatite do tipo A
Varicela (*) 1ª dose Catapora
15 meses VOP (vacina oral contra pólio) reforço Poliomielite (paralisia infantil)
DTP (tríplice bacteriana) 1º reforço Difteria, tétano e coqueluche
Antipneumocócica Conjugada Heptavalente (*) reforço Meningite pneumocócica, pneumonia, sinusite
18 meses Hepatite A (*) 2ª dose Hepatite do tipo A
2 anos Influenza (*) reforço Gripe
3 anos Influenza (*) reforço Gripe
4 anos Influenza (*) reforço Gripe
5 anos Influenza (*) reforço Gripe
4 - 6 anos DTP (tríplice bacteriana) 2º reforço Difteria, tétano e coqueluche
SRC (tríplice viral) reforço Sarampo, rubéola e caxumba
(*) Não disponível na rede pública
Higiene Bucal do Bebê
Além das indiscutíveis propriedades físicas, nutricionais e psicológicas do leite materno, a amamentação é importante para a saúde bucal do bebê. Mamando no peito, o bebê respira pelo nariz e é obrigado a morder, avançar e retrair a mandíbula. Isso propicia o correto desenvolvimento muscular e esquelético da face, possibilitando a obtenção de uma boa oclusão dentária.
Os cuidados com a higiene bucal devem começar a partir do nascimento do bebê. No recém-nascido, a limpeza deve ser feita com uma gaze ou fralda umedecida em água limpa para remover os resíduos de leite. Com o nascimento dos primeiros dentes (por volta dos 6 meses), a fralda deve ser substituída por uma dedeira. Aos 18 meses, com o nascimento dos primeiros molares decíduos, a higiene deverá ser realizada com uma escova dental infantil sem creme dental ou com um creme dental sem flúor. O creme dental fluoretado só deverá ser utilizado a partir dos 2 ou 3 anos de idade, quando a criança souber cuspir completamente o seu excesso.
A cárie é uma doença transmissível. O Streptococcus mutans, bactéria causadora da cárie, pode ser transmitido da mãe para o filho pelo contato direto. Por isso, não se deve soprar a comida do bebê nem experimentá-la com o talher dele, pois é possível transmitir a ele essas bactérias.
A primeira visita ao dentista deve ser feita ainda na gestação. O ideal é que a mãe faça uma consulta para receber as orientações necessárias para manter a correta saúde bucal do seu filho. Independentemente da consulta da gestação ter sido realizada, a primeira consulta do bebê deve ser por volta dos 6 meses, coincidindo com o nascimento do primeiro dente decíduo. Preferencialmente, a consulta deve ser realizada com o odontopediatra, pois é ele o profissional habilitado a fazer esse primeiro atendimento.
A cárie de mamadeira é uma cárie de desenvolvimento rápido (aguda), que provoca dor e dificuldade de alimentação, determinando perda de peso e de estatura. É provocada pela ingestão de líquidos açucarados na mamadeira, principalmente durante a noite, sem que seja feita a higiene bucal posterior.
Quando for trocar a mamadeira pelo copo, e houver preocupação de o bebê não tomar mais leite a mãe deve ter alguns cuidados.Todo processo de remoção de hábitos deve ser lento e gradativo. Antes de remover a mamadeira, é necessário ter certeza de que seu filho sabe e gosta de tomar líquidos no copo. Para isso, primeiramente substitua apenas uma mamadeira pelo copo (geralmente, inicia-se pela mamadeira da tarde). Quando perceber que seu filho está tomando todos os 250 ml anteriormente oferecidos na madeira, no copo, substitua a mamadeira da manhã. No momento em que ele estiver ingerindo 500 ml de leite por dia no copo, a mamadeira da noite deverá ser substituída. Esse processo pode durar de 2 a 6 meses, dependendo da criança, por isso, o ideal é que ele seja iniciado um pouco antes dos 2 anos de idade. Para facilitar o processo, pode-se usar os copos com tampa, também chamados de copos de transição.
Para remover a chupeta, deve-se reduzir o seu uso a cada dia. Comece utilizando-a moderadamente, somente quando a criança estiver adormecendo. Quando a criança dormir, lentamente, remova a chupeta da boca e guarde-a. Nunca deixe a chupeta em correntes penduradas no pescoço ou ao alcance da criança. É a mãe que deve administrar as horas de uso, e não a criança. Assim, cada dia ela usará a chupeta um pouco menos até reduzir completamente o seu uso, o que deve ocorrer por volta dos 2 anos de idade.
Dr. Caio Racy