Desde cedo as crianças devem ser incentivadas a exercerem alguma atividade física. As vantagens de um esporte iniciado logo cedo são inúmeras. A natação é uma excelente dica ao público infantil.
Você quer saber alguns dos benefícios proporcionados pelas atividades físicas? Então vamos lá: melhora a capacidade cardiorrespiratória, o tônus, a coordenação, o equilíbrio, a agilidade, a força, a velocidade, desenvolve habilidades psicomotoras como a lateralidade, as percepções tátil, auditiva e visual, as noções espacial, temporal e de ritmo, sociabilidade e autoconfiança.
Não podemos nos esquecer de um aspecto fundamental: a criança não deve ser obrigada a fazer aquilo que não gosta. Deixe que ela escolha a sua atividade física. Segundo a Academia Americana de Pediatria, 75% das crianças obrigadas a fazer esportes de que não gostam, até os 15 anos, param de praticar e ficam sedentárias.
A natação é o esporte que pode fazer parte da vida da criança logo nos primeiros meses. É praticada de forma lúdica e recreativa, sem compromisso com as técnicas, para uma adaptação ao meio líquido.
Esse esporte contribui para desenvolvimento do ser humano integral, nos aspectos cognitivo, emocional e social. Também é incontestável a eficácia e a eficiência da natação para a melhoria do aspecto físico e da postura essenciais para o desenvolvimento motor do bebê.
Na natação, a criança pode experimentar os movimentos novos que aprende sem traumas de um tombo como rolar, movimentar perninhas e bracinhos. Além de tudo, é um meio aconchegante oferecido pela água morna.
Companheiro - As crianças precisam da presença de um acompanhante nas aulas, alguém que a criança confie. Essa relação de confiança é de fundamental importância para o desenvolvimento afetivo do bebê. Além disso, as crianças aprendem com mais segurança, sem medo do desconhecido.
A importância da natação para a formação de sua personalidade e inteligência é algo que não se pode negar. Com os colegas na piscina, aprendem que cada um tem sua vez e todos são importantes.
Crianças iniciadas em um programa de adaptação ao meio líquido em idade pré-escolar têm um rendimento mais satisfatório em seu processo de alfabetização.
Não é de se espantar quando se fala que a natação é um esporte completo. Esse esporte também melhora a resistência do organismo e ajuda na prevenção e recuperação de doenças como asma, bronquite e problemas ortopédicos.
Quando o bebê estiver com febre, diarréia ou vômito, reações vacinais ou dores de ouvido não o leve para a aula de natação. Agasalhe sempre as crianças antes e depois das aulas.
Os pais não devem matricular seus bebês nas aulas de natação com o objetivo de formarem campeões, mas sim pela formação de um hábito que lhe renderão boa saúde para sempre. A medalha de campeão em saúde ninguém tirará de seu filho.
sexta-feira, 19 de março de 2010
quinta-feira, 4 de março de 2010
Calendário Vacinas
Recomendado pela Sociedade Brasileira de Pediatria - 2009
Idade Vacina Doses Doenças que imuniza
Ao nascer BCG - ID dose única Formas graves de tuberculose
Hepatite B 1ª dose Hepatite B
1 mês Hepatite B 2ª dose Hepatite B
2 meses Vacina tetravalente (DTP + Hib) 1ª dose Difteria, tétano, coqueluche, meningite e outras infecções causadas pelo Haemophilus influenzae tipo b
VOP (vacina oral contra pólio) 1ª dose Poliomielite (paralisia infantil)
VORH (Vacina Oral de Rotavírus Humano) 1ª dose Diarréia e desidratação causada por rotavírus
Antipneumocócica Conjugada Heptavalente (*) 1ª dose Meningite pneumocócica, pneumonia, sinusite
3 meses Antimeningocócica C Conjugada (*) 1ª dose Meningite Meningocócica C
4 meses Vacina tetravalente (DTP + Hib) 2ª dose Difteria, tétano, coqueluche, meningite e outras infecções causadas pelo Haemophilus influenzae tipo b
VOP (vacina oral contra pólio) 2ª dose Poliomielite (paralisia infantil)
VORH (Vacina Oral de Rotavírus Humano) 2ª dose Diarréia e desidratação causada por rotavírus
Antipneumocócica Conjugada Heptavalente (*) 2ª dose Meningite pneumocócica, pneumonia, sinusite
5 meses Antimeningocócica C Conjugada (*) 2ª dose Meningite Meningocócica C
6 meses Vacina tetravalente (DTP + Hib) 3ª dose Difteria, tétano, coqueluche, meningite e outras infecções causadas pelo Haemophilus influenzae tipo b
VOP (vacina oral contra pólio) 3ª dose Poliomielite (paralisia infantil)
Hepatite B 3ª dose Hepatite B
Antipneumocócica Conjugada Heptavalente (*) 3ª dose Meningite pneumocócica, pneumonia, sinusite
Influenza (*) 1ª dose Gripe
7 meses Influenza (*) 2ª dose Gripe
9 meses Febre amarela dose única Febre amarela
12 meses SRC (tríplice viral) dose única Sarampo, rubéola e caxumba
Hepatite A (*) 1ª dose Hepatite do tipo A
Varicela (*) 1ª dose Catapora
15 meses VOP (vacina oral contra pólio) reforço Poliomielite (paralisia infantil)
DTP (tríplice bacteriana) 1º reforço Difteria, tétano e coqueluche
Antipneumocócica Conjugada Heptavalente (*) reforço Meningite pneumocócica, pneumonia, sinusite
18 meses Hepatite A (*) 2ª dose Hepatite do tipo A
2 anos Influenza (*) reforço Gripe
3 anos Influenza (*) reforço Gripe
4 anos Influenza (*) reforço Gripe
5 anos Influenza (*) reforço Gripe
4 - 6 anos DTP (tríplice bacteriana) 2º reforço Difteria, tétano e coqueluche
SRC (tríplice viral) reforço Sarampo, rubéola e caxumba
(*) Não disponível na rede pública
Idade Vacina Doses Doenças que imuniza
Ao nascer BCG - ID dose única Formas graves de tuberculose
Hepatite B 1ª dose Hepatite B
1 mês Hepatite B 2ª dose Hepatite B
2 meses Vacina tetravalente (DTP + Hib) 1ª dose Difteria, tétano, coqueluche, meningite e outras infecções causadas pelo Haemophilus influenzae tipo b
VOP (vacina oral contra pólio) 1ª dose Poliomielite (paralisia infantil)
VORH (Vacina Oral de Rotavírus Humano) 1ª dose Diarréia e desidratação causada por rotavírus
Antipneumocócica Conjugada Heptavalente (*) 1ª dose Meningite pneumocócica, pneumonia, sinusite
3 meses Antimeningocócica C Conjugada (*) 1ª dose Meningite Meningocócica C
4 meses Vacina tetravalente (DTP + Hib) 2ª dose Difteria, tétano, coqueluche, meningite e outras infecções causadas pelo Haemophilus influenzae tipo b
VOP (vacina oral contra pólio) 2ª dose Poliomielite (paralisia infantil)
VORH (Vacina Oral de Rotavírus Humano) 2ª dose Diarréia e desidratação causada por rotavírus
Antipneumocócica Conjugada Heptavalente (*) 2ª dose Meningite pneumocócica, pneumonia, sinusite
5 meses Antimeningocócica C Conjugada (*) 2ª dose Meningite Meningocócica C
6 meses Vacina tetravalente (DTP + Hib) 3ª dose Difteria, tétano, coqueluche, meningite e outras infecções causadas pelo Haemophilus influenzae tipo b
VOP (vacina oral contra pólio) 3ª dose Poliomielite (paralisia infantil)
Hepatite B 3ª dose Hepatite B
Antipneumocócica Conjugada Heptavalente (*) 3ª dose Meningite pneumocócica, pneumonia, sinusite
Influenza (*) 1ª dose Gripe
7 meses Influenza (*) 2ª dose Gripe
9 meses Febre amarela dose única Febre amarela
12 meses SRC (tríplice viral) dose única Sarampo, rubéola e caxumba
Hepatite A (*) 1ª dose Hepatite do tipo A
Varicela (*) 1ª dose Catapora
15 meses VOP (vacina oral contra pólio) reforço Poliomielite (paralisia infantil)
DTP (tríplice bacteriana) 1º reforço Difteria, tétano e coqueluche
Antipneumocócica Conjugada Heptavalente (*) reforço Meningite pneumocócica, pneumonia, sinusite
18 meses Hepatite A (*) 2ª dose Hepatite do tipo A
2 anos Influenza (*) reforço Gripe
3 anos Influenza (*) reforço Gripe
4 anos Influenza (*) reforço Gripe
5 anos Influenza (*) reforço Gripe
4 - 6 anos DTP (tríplice bacteriana) 2º reforço Difteria, tétano e coqueluche
SRC (tríplice viral) reforço Sarampo, rubéola e caxumba
(*) Não disponível na rede pública
Higiene Bucal do Bebê
Além das indiscutíveis propriedades físicas, nutricionais e psicológicas do leite materno, a amamentação é importante para a saúde bucal do bebê. Mamando no peito, o bebê respira pelo nariz e é obrigado a morder, avançar e retrair a mandíbula. Isso propicia o correto desenvolvimento muscular e esquelético da face, possibilitando a obtenção de uma boa oclusão dentária.
Os cuidados com a higiene bucal devem começar a partir do nascimento do bebê. No recém-nascido, a limpeza deve ser feita com uma gaze ou fralda umedecida em água limpa para remover os resíduos de leite. Com o nascimento dos primeiros dentes (por volta dos 6 meses), a fralda deve ser substituída por uma dedeira. Aos 18 meses, com o nascimento dos primeiros molares decíduos, a higiene deverá ser realizada com uma escova dental infantil sem creme dental ou com um creme dental sem flúor. O creme dental fluoretado só deverá ser utilizado a partir dos 2 ou 3 anos de idade, quando a criança souber cuspir completamente o seu excesso.
A cárie é uma doença transmissível. O Streptococcus mutans, bactéria causadora da cárie, pode ser transmitido da mãe para o filho pelo contato direto. Por isso, não se deve soprar a comida do bebê nem experimentá-la com o talher dele, pois é possível transmitir a ele essas bactérias.
A primeira visita ao dentista deve ser feita ainda na gestação. O ideal é que a mãe faça uma consulta para receber as orientações necessárias para manter a correta saúde bucal do seu filho. Independentemente da consulta da gestação ter sido realizada, a primeira consulta do bebê deve ser por volta dos 6 meses, coincidindo com o nascimento do primeiro dente decíduo. Preferencialmente, a consulta deve ser realizada com o odontopediatra, pois é ele o profissional habilitado a fazer esse primeiro atendimento.
A cárie de mamadeira é uma cárie de desenvolvimento rápido (aguda), que provoca dor e dificuldade de alimentação, determinando perda de peso e de estatura. É provocada pela ingestão de líquidos açucarados na mamadeira, principalmente durante a noite, sem que seja feita a higiene bucal posterior.
Quando for trocar a mamadeira pelo copo, e houver preocupação de o bebê não tomar mais leite a mãe deve ter alguns cuidados.Todo processo de remoção de hábitos deve ser lento e gradativo. Antes de remover a mamadeira, é necessário ter certeza de que seu filho sabe e gosta de tomar líquidos no copo. Para isso, primeiramente substitua apenas uma mamadeira pelo copo (geralmente, inicia-se pela mamadeira da tarde). Quando perceber que seu filho está tomando todos os 250 ml anteriormente oferecidos na madeira, no copo, substitua a mamadeira da manhã. No momento em que ele estiver ingerindo 500 ml de leite por dia no copo, a mamadeira da noite deverá ser substituída. Esse processo pode durar de 2 a 6 meses, dependendo da criança, por isso, o ideal é que ele seja iniciado um pouco antes dos 2 anos de idade. Para facilitar o processo, pode-se usar os copos com tampa, também chamados de copos de transição.
Para remover a chupeta, deve-se reduzir o seu uso a cada dia. Comece utilizando-a moderadamente, somente quando a criança estiver adormecendo. Quando a criança dormir, lentamente, remova a chupeta da boca e guarde-a. Nunca deixe a chupeta em correntes penduradas no pescoço ou ao alcance da criança. É a mãe que deve administrar as horas de uso, e não a criança. Assim, cada dia ela usará a chupeta um pouco menos até reduzir completamente o seu uso, o que deve ocorrer por volta dos 2 anos de idade.
Dr. Caio Racy
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Meu filho ainda não fala. O que faço?
Uma criança não é igual à outra e isso vale para os irmãos também. As mamães têm a mania de comparar seu filho com a criança da vizinha. Cada criança tem seu tempo e desenvolvimento próprio. E isso vale para o início do desenvolvimento da fala.
Claro que se tem um tempo esperado para tudo. A criança pode iniciar as primeiras palavrinhas com nove meses ou um ano e meio. Uma criança que com dois anos não fala absolutamente nada necessita de uma avaliação fonoaudiológica e médica.
Mas por que ocorre esse atraso na fala? São várias as razões, sendo que os maiores culpados são os próprios pais, que em muitas vezes excedem no mimo à criança, inibindo a evolução natural do pequeno.
Desde a barriga da mamãe, o bebê já tem condições de ouvir. Então, falar com o bebê mesmo que este se encontre dentro da barriga da mamãe já é um bom começo para o desenvolvimento da fala.
Para falar, o bebê precisa ouvir bem. Se há uma deficiência auditiva, o som que chega para o bebê é distorcido ou, se for uma deficiência auditiva profunda, o bebê nem ouve e por isso tem dificuldades de desenvolver a fala.
Desde o nascimento, preste atenção na audição do seu bebê, verifique se ele se assusta com algum barulho repentino, como uma batida de porta ou alguém que entra falando alto no seu quarto.
Quando mais velho, faça algum barulho na lateral da criança e veja se a criança tenta procurar de onde vem o barulho ou o chame, sussurrando, pelo nome para que ele a procure. Caso sinta que seu queridinho não ouve direito, procure um pediatra.
Se o bebê chora sem motivo, pode ser dor de ouvido. Certifique-se levando o pequeno no pediatra. Infecções repetidas de ouvido podem levar a uma baixa na audição, atrasando o início da fala.
Proteção em excesso pode atrapalhar a fala - Outro fator de atraso no desenvolvimento da fala é o ambiente. Uma criança que convive na maior parte do seu tempo com adulto e esses adultos fazem tudo para a criança sem que ela precise pedir, como pegar um copo de água quando a criança aponta para o filtro, não tem necessidade de falar.
Os pais precisam entender a seguinte lição: a criança precisa sentir necessidade de falar. É um processo novo e difícil para a criança. Se ela aponta e tem o que quer na mão, sempre usará dessa atitude para conseguir o seu desejo e não será forçada a falar.
Escolinha ajuda, e muito, no processo de fala - O convívio com outras crianças como numa escolinha, faz com que a criança tenha que falar para que não seja “esquecida”. Se ela não se impuser, não vai conseguir muita coisa. E a estimulação de fala e linguagem que a criança terá com o convívio com outras crianças será imensa.
Outros fatores que podem atrasar o início da fala são as alterações neurológicas e anatômicas como a Paralisia Cerebral, Síndrome de Down e Fissuras lábio-palatinas (lábio leporino). Nesses casos, conversas com o pediatra e outros profissionais devem ser realizadas para que a conduta e estimulação dessas crianças sejam orientadas o mais precocemente possível.
Mudanças repentinas podem atrasar ou mesmo fazer com que a fala regrida. A chegada de um irmãozinho ou a separação dos pais podem ser alguns dos motivos. Tente detectar o motivo da alteração emocional daquele momento e procure deixar seu filho seguro do amor que os pais tem por ele.
Em caso de dúvidas sobre o desenvolvimento da fala do seu filho, procure o pediatra ou o fonoaudiólogo para uma avaliação.
Dicas
- Converse muito com seu bebê e, principalmente, olhando para ele. Assim poderá ver os movimentos que a mamãe faz com a boca e as expressões de seu rosto, importantes para a comunicação.
- Na fase de desenvolvimento da fala, não fale em diminutivos e nem como uma “tiancinha” (criancinha). Além de ser algo super chato, falar com jeitinho infantil dificulta o entendimento da criança que ainda não sabe qual o som correto das palavras.
- Nomeie tudo para a criança. A hora do banho é ideal para o pequeno conhecer as partes do corpo com as perguntas: “Onde está o pé? E o cabelo? Os olhos?”. Ou então: qual é a cor dessa maçã?
Claro que se tem um tempo esperado para tudo. A criança pode iniciar as primeiras palavrinhas com nove meses ou um ano e meio. Uma criança que com dois anos não fala absolutamente nada necessita de uma avaliação fonoaudiológica e médica.
Mas por que ocorre esse atraso na fala? São várias as razões, sendo que os maiores culpados são os próprios pais, que em muitas vezes excedem no mimo à criança, inibindo a evolução natural do pequeno.
Desde a barriga da mamãe, o bebê já tem condições de ouvir. Então, falar com o bebê mesmo que este se encontre dentro da barriga da mamãe já é um bom começo para o desenvolvimento da fala.
Para falar, o bebê precisa ouvir bem. Se há uma deficiência auditiva, o som que chega para o bebê é distorcido ou, se for uma deficiência auditiva profunda, o bebê nem ouve e por isso tem dificuldades de desenvolver a fala.
Desde o nascimento, preste atenção na audição do seu bebê, verifique se ele se assusta com algum barulho repentino, como uma batida de porta ou alguém que entra falando alto no seu quarto.
Quando mais velho, faça algum barulho na lateral da criança e veja se a criança tenta procurar de onde vem o barulho ou o chame, sussurrando, pelo nome para que ele a procure. Caso sinta que seu queridinho não ouve direito, procure um pediatra.
Se o bebê chora sem motivo, pode ser dor de ouvido. Certifique-se levando o pequeno no pediatra. Infecções repetidas de ouvido podem levar a uma baixa na audição, atrasando o início da fala.
Proteção em excesso pode atrapalhar a fala - Outro fator de atraso no desenvolvimento da fala é o ambiente. Uma criança que convive na maior parte do seu tempo com adulto e esses adultos fazem tudo para a criança sem que ela precise pedir, como pegar um copo de água quando a criança aponta para o filtro, não tem necessidade de falar.
Os pais precisam entender a seguinte lição: a criança precisa sentir necessidade de falar. É um processo novo e difícil para a criança. Se ela aponta e tem o que quer na mão, sempre usará dessa atitude para conseguir o seu desejo e não será forçada a falar.
Escolinha ajuda, e muito, no processo de fala - O convívio com outras crianças como numa escolinha, faz com que a criança tenha que falar para que não seja “esquecida”. Se ela não se impuser, não vai conseguir muita coisa. E a estimulação de fala e linguagem que a criança terá com o convívio com outras crianças será imensa.
Outros fatores que podem atrasar o início da fala são as alterações neurológicas e anatômicas como a Paralisia Cerebral, Síndrome de Down e Fissuras lábio-palatinas (lábio leporino). Nesses casos, conversas com o pediatra e outros profissionais devem ser realizadas para que a conduta e estimulação dessas crianças sejam orientadas o mais precocemente possível.
Mudanças repentinas podem atrasar ou mesmo fazer com que a fala regrida. A chegada de um irmãozinho ou a separação dos pais podem ser alguns dos motivos. Tente detectar o motivo da alteração emocional daquele momento e procure deixar seu filho seguro do amor que os pais tem por ele.
Em caso de dúvidas sobre o desenvolvimento da fala do seu filho, procure o pediatra ou o fonoaudiólogo para uma avaliação.
Dicas
- Converse muito com seu bebê e, principalmente, olhando para ele. Assim poderá ver os movimentos que a mamãe faz com a boca e as expressões de seu rosto, importantes para a comunicação.
- Na fase de desenvolvimento da fala, não fale em diminutivos e nem como uma “tiancinha” (criancinha). Além de ser algo super chato, falar com jeitinho infantil dificulta o entendimento da criança que ainda não sabe qual o som correto das palavras.
- Nomeie tudo para a criança. A hora do banho é ideal para o pequeno conhecer as partes do corpo com as perguntas: “Onde está o pé? E o cabelo? Os olhos?”. Ou então: qual é a cor dessa maçã?
Estresse dos pais e as conseqüências nos filhos
Já se sabe que hoje em dia o estresse afeta adultos e criança, além de trazer inúmeros prejuízos em todos os aspectos da vida, como saúde e o comportamento social, seja nos pequenos ou nos mais velhos.
O que um estudo americano sugere agora é que filhos de pais estressados são mais vulneráveis a doenças.
O trabalho foi publicado em uma revista americana especializada no assunto chamada "Brain, Behavior and Immunity". Além do estresse, pais deprimidos também têm maiores chances de ter filhos mais propensos a doenças e infecções.
O estudo, realizado na Universidade de Rochester, acompanhou 169 crianças durante anos. Os pais registraram durante esses três anos todas as vezes que as crianças ficaram doentes. Além disso, os pais levavam as crianças de seis em seis meses para consultas com psiquiatras.
A médica Mary Caserta constatou que a ocorrência de doenças nas crianças foi maior naquelas que eram filhos de pais que tinham um alto nível de "estresse emocional".
Já é conhecido que em pessoas estressadas há um alto nível de células imunológicas (aquelas que combatem organismos estranhos presentes no corpo) no sangue e nesse estudo foi comprovado que no sangue de crianças filhos de pais estressados também há um maior índice de células imunológicas, algo totalmente incomum nesta fase de vida.
Lembre-se, mamãe, que o estresse cria maior dificuldade em parar de fumar. Consequentemente, a mamãe fumante tende-se a tornar ainda mais tensa devido ao cigarro, aumentando o estresse, ciclo prejudicial em todos os sentidos.
Amor pra curar o estresse - A criança precisa da ajuda de adultos para que cuide do seu corpo com alimentação e aprendizagem, mas se não houver um ambiente acolhedor e com afeto e amor não é possível se desenvolver plenamente e com saúde. Pais estressados podem deixar de demonstrar carinho aos seus filhos.
Já é sabido que bebês não sobrevivem sem amor. O afeto e o amor na infância e na juventude são tão importantes para a criança quanto uma boa alimentação com as vitaminas e proteínas necessárias que o corpo necessita para funcionar adequadamente.
O estudo sobre estresse dos pais e a saúde das crianças tem uma variável que os pesquisadores apontaram: ao deixar que os pais medissem o grau de doenças dos filhos pode ter mascarado o resultado da pesquisa, já que pais mais ansiosos poderiam ter mais tendência a achar que seus filhos estavam doentes.
Mas mesmo assim, os pesquisadores afirmam e sustentam que os resultados indicam uma forte ligação entre estresse dos pais e saúde das crianças.
O que um estudo americano sugere agora é que filhos de pais estressados são mais vulneráveis a doenças.
O trabalho foi publicado em uma revista americana especializada no assunto chamada "Brain, Behavior and Immunity". Além do estresse, pais deprimidos também têm maiores chances de ter filhos mais propensos a doenças e infecções.
O estudo, realizado na Universidade de Rochester, acompanhou 169 crianças durante anos. Os pais registraram durante esses três anos todas as vezes que as crianças ficaram doentes. Além disso, os pais levavam as crianças de seis em seis meses para consultas com psiquiatras.
A médica Mary Caserta constatou que a ocorrência de doenças nas crianças foi maior naquelas que eram filhos de pais que tinham um alto nível de "estresse emocional".
Já é conhecido que em pessoas estressadas há um alto nível de células imunológicas (aquelas que combatem organismos estranhos presentes no corpo) no sangue e nesse estudo foi comprovado que no sangue de crianças filhos de pais estressados também há um maior índice de células imunológicas, algo totalmente incomum nesta fase de vida.
Lembre-se, mamãe, que o estresse cria maior dificuldade em parar de fumar. Consequentemente, a mamãe fumante tende-se a tornar ainda mais tensa devido ao cigarro, aumentando o estresse, ciclo prejudicial em todos os sentidos.
Amor pra curar o estresse - A criança precisa da ajuda de adultos para que cuide do seu corpo com alimentação e aprendizagem, mas se não houver um ambiente acolhedor e com afeto e amor não é possível se desenvolver plenamente e com saúde. Pais estressados podem deixar de demonstrar carinho aos seus filhos.
Já é sabido que bebês não sobrevivem sem amor. O afeto e o amor na infância e na juventude são tão importantes para a criança quanto uma boa alimentação com as vitaminas e proteínas necessárias que o corpo necessita para funcionar adequadamente.
O estudo sobre estresse dos pais e a saúde das crianças tem uma variável que os pesquisadores apontaram: ao deixar que os pais medissem o grau de doenças dos filhos pode ter mascarado o resultado da pesquisa, já que pais mais ansiosos poderiam ter mais tendência a achar que seus filhos estavam doentes.
Mas mesmo assim, os pesquisadores afirmam e sustentam que os resultados indicam uma forte ligação entre estresse dos pais e saúde das crianças.
Dicas
Cuide de você, mamãe! Sua saúde mental e física em boa forma é essencial para que seu filho cresça saudável.
Ao entrar em casa, esqueça dos problemas do trabalho e lembre-se que você tem seus pequenos que precisam da sua atenção e amor.
Faça uma atividade que você, mamãe, goste e que lhe dê prazer e um tempo só para você. Ajuda a diminuir o estresse.
Virose: saiba o que é e como fazer para evitá-la
Seu filho está com febre, vômitos, diarréia ou o nariz escorrendo. Você, mamãe, espera dois dias e os sintomas não passam. Leva o pequeno no médico para aliviar o seu "sofrimento" e escuta sempre a mesma coisa: é virose.
A pergunta que fica para você, mamãe, é a seguinte: você sabe o que é uma virose? Virose são doenças causadas por vírus que tem um ciclo determinado, com sintomas leves, sem conseqüências relevantes, e não há remédios eficazes para o seu combate.
Uma observação importante: esses "bichinhos" invisíveis adoram temperaturas baixas e locais com grande aglomeração de pessoas e pouca renovação do ar. Aparelhos de ar-condicionados sujos também fazem a alegria dos vírus. Um simples espirro de uma pessoa com virose pode proliferar o vírus. Uma pessoa infectada por vírus espalha no ar inúmeras partículas de agentes virais.
Os antibióticos são medicamentos usados no combate de doenças causadas por bactérias e não colaboram em nada para a luta contra os vírus. A defesa do organismo tanto da criança como o do adulto é capaz de combater essas doenças sem a necessidade de remédio.
As viroses não são todas iguais. Tem os vírus que se alojam nas vias respiratórias, causando dor de garganta, coriza e tosse. Já há outros que preferem o sistema gastrointestinal, causando vômitos e diarréias.
Cuidado com a virose - Em alguns casos, essas viroses podem evoluir para doenças mais graves, como pneumonia ou meningite viral. Portanto, todas as viroses precisam de um acompanhamento médico.
E por que os médicos preferem dizer que é uma virose a realmente constatar qual o vírus está causando os sintomas na criança?
Simplesmente porque são muitos tipos de vírus que existem e o trabalho e dinheiro gasto para a definição do tipo de vírus não ajudaria em nada no combate da doença que provavelmente já teria se curado até que o vírus fosse identificado. Ou ainda porque o vírus tem uma mutação muito rápida e seria difícil especificar qual o tipo.
Como se tratar - As viroses normalmente têm sintomas parecidos e duram em média de sete a dez dias. O tratamento deve ser com antitérmicos para baixar a febre, hidratação, descanso e boa alimentação.
Caso os vômitos e diarréia sejam muito freqüentes, relate outra vez ao pediatra, pois poderá ser que seu filho precise tomar soro na veia. Contate novamente o seu médico se a febre for muito alta e não passar depois de três dias.
As crianças, principalmente as menores de três anos, são as mais susceptíveis para contrair essas viroses, pois ainda não estão com o seu sistema imunológico maduro.
As que vão para a escola também correm maiores riscos de contágio, já que os vírus são transmissíveis através das gotículas de saliva que saem da criança contaminada que tosse ou espirra. Assim, quando uma criança na escolinha está com virose não é difícil que todas tenham também.
O bom é sabermos que é entrando em contato com esses vírus que o sistema imunológico dos nossos filhos vai se fortalecendo e ficando cada vez mais voraz no combate a esses vírus.
Dicas
A amamentação exclusiva até o sexto mês de vida do bebê proporciona maior defesa contra as viroses.
Não esqueça de vacinar seu filho. Muitas das vacinas combatem alguns vírus que causam as viroses.
Evite que a criança fique por muito tempo em lugares fechados e com muitas pessoas, principalmente no inverno. Desligue os aparelhos de ar-condicionado três vezes ao dia. Higienização do aparelho também é fundamental.
A pergunta que fica para você, mamãe, é a seguinte: você sabe o que é uma virose? Virose são doenças causadas por vírus que tem um ciclo determinado, com sintomas leves, sem conseqüências relevantes, e não há remédios eficazes para o seu combate.
Uma observação importante: esses "bichinhos" invisíveis adoram temperaturas baixas e locais com grande aglomeração de pessoas e pouca renovação do ar. Aparelhos de ar-condicionados sujos também fazem a alegria dos vírus. Um simples espirro de uma pessoa com virose pode proliferar o vírus. Uma pessoa infectada por vírus espalha no ar inúmeras partículas de agentes virais.
Os antibióticos são medicamentos usados no combate de doenças causadas por bactérias e não colaboram em nada para a luta contra os vírus. A defesa do organismo tanto da criança como o do adulto é capaz de combater essas doenças sem a necessidade de remédio.
As viroses não são todas iguais. Tem os vírus que se alojam nas vias respiratórias, causando dor de garganta, coriza e tosse. Já há outros que preferem o sistema gastrointestinal, causando vômitos e diarréias.
Cuidado com a virose - Em alguns casos, essas viroses podem evoluir para doenças mais graves, como pneumonia ou meningite viral. Portanto, todas as viroses precisam de um acompanhamento médico.
E por que os médicos preferem dizer que é uma virose a realmente constatar qual o vírus está causando os sintomas na criança?
Simplesmente porque são muitos tipos de vírus que existem e o trabalho e dinheiro gasto para a definição do tipo de vírus não ajudaria em nada no combate da doença que provavelmente já teria se curado até que o vírus fosse identificado. Ou ainda porque o vírus tem uma mutação muito rápida e seria difícil especificar qual o tipo.
Como se tratar - As viroses normalmente têm sintomas parecidos e duram em média de sete a dez dias. O tratamento deve ser com antitérmicos para baixar a febre, hidratação, descanso e boa alimentação.
Caso os vômitos e diarréia sejam muito freqüentes, relate outra vez ao pediatra, pois poderá ser que seu filho precise tomar soro na veia. Contate novamente o seu médico se a febre for muito alta e não passar depois de três dias.
As crianças, principalmente as menores de três anos, são as mais susceptíveis para contrair essas viroses, pois ainda não estão com o seu sistema imunológico maduro.
As que vão para a escola também correm maiores riscos de contágio, já que os vírus são transmissíveis através das gotículas de saliva que saem da criança contaminada que tosse ou espirra. Assim, quando uma criança na escolinha está com virose não é difícil que todas tenham também.
O bom é sabermos que é entrando em contato com esses vírus que o sistema imunológico dos nossos filhos vai se fortalecendo e ficando cada vez mais voraz no combate a esses vírus.
Dicas
A amamentação exclusiva até o sexto mês de vida do bebê proporciona maior defesa contra as viroses.
Não esqueça de vacinar seu filho. Muitas das vacinas combatem alguns vírus que causam as viroses.
Evite que a criança fique por muito tempo em lugares fechados e com muitas pessoas, principalmente no inverno. Desligue os aparelhos de ar-condicionado três vezes ao dia. Higienização do aparelho também é fundamental.
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Desenvolvimento do Bebê 1 a 12 meses
1 mês
O bebê é capaz de reconhecer a voz e o cheiro da mãe. Sua visão é limitada, enxerga somente o que for colocado próximo a seus olhos.
É comum de acontecer de o bebê evacuar a cada mamada, é apenas um reflexo primitivo que, em geral, desaparece ao final do primeiro mês.
A cólica é muito comum até os três meses, ela aparece pela imaturidade do aparelho digestivo.
Ele dorme em média 17 hrs por dia e mama a cada duas ou três horas.
Reage aos sons mais altos e pode se assustar com ruídos inesperados.
Como estimular seu bebê
Converse com ele, cante músicas de ninar, sorria para ele e toque seu corpo. A comunicação deve ser estabelecida desde cedo.
Peso e altura
Menino - 4,2 Kg e 55 cm
Menina - 4 Kg e 53 cm
2 meses
O bebê acompanha pessoas e objetos. Alguns são vesgos nos primeiros meses, porque o controle do musculo dos olhos ainda não é perfeito.
Consegue emitir sons.
Já tenta levantar o tórax com a cabeça.
Começa a esboçar sorrisos involuntários, acalma-se ao ouvir vozes e sorri.
Continua dormindo bastante, cerca de 15 hrs por dia.
A partir dos 2 meses, além do banho de sol, o bebê já deve ser levado para um passeio, isto auxiliará o seu desenvolvimento.
Como estimular seu bebê
Esta é uma boa hora para investir em móbiles coloridos para o berço. Levante-o para que possa enxergar ao seu redor e coloque objetos próximos a seu campo de visão.
Peso e altura
Menino - 5 Kg e 57 cm
Menina - 4,8 Kg e 55cm
3 meses
Seu bebê está mais durinho. Ele consegue manter o pescoço ereto e tem total controle da cabeça.
Segura objetos por mais tempo e tenta levá-los à boca.
Já reconhece os pais. Agora seus sorrisos são intencionais e respondem aos estímulos recebidos.
Nesta fase as glândulas lacrimais começam a funcionar.
É o período em que as cólicas começam a desaparecer.
Agita-se com brincadeiras, escuta música e também começa a brincar com suas próprias mãos.
Como estimular seu bebê
Oferça objetos com texturas diferentes. Neste momento é interessante sentá-lo no bebê-conforto, no sofá aparado por almofadas. Brinque com gestos e palavras. Coloque em suas mãos mordedores e chocalhos.
Peso e altura
Menino - 5,7 Kg e 61 cm
Menina - 5,5 Kg e 60 cm
4 meses
Seu filho está mais ágil. Ele ergue o tronco e a cabeça, apoiando-se nas mãos, vira-se de costas e estica-se para alcançar objetos.
Grita forte e demonstra preferência por brinquedos.
Expressa desagrado e reconhece a voz dos famíliares.
Nessa fase, o bebê tem sua capacidade visual aumentada e fica em pé quando segurado pela cintura.
Adora balançar brinquedos sonoros. Escuta conversas em silêncio e emite sons, quando os adultos param de falar.
Como estimular seu bebê
É hora de ampliar a comunicação. Vale contar histórias, oferecer objetos sonoros e apresentar alimentos diferentes para estimular o olfato e o paladar.
Peso e altura
Menino - 6,3 Kg e 62 cm
Menina - 6,1 Kg e 61 cm
5 meses
Imita caretas. Seguras objetos com firmesa e consegue se arrastar para pegá-los.
Chupa os dedos dos pés e brinca com eles.
Tenta fazer força para sentar-se.
Brinca de esconder, transfere objetos de uma mão para outra.
Logo estará balbuciando novos sons, como o de "r" . Se for colocado em frente ao espelho, vai se surpreender com a reação dele.
Ele achará graça da própria imagem.
Nesta fase o bebê já diferencia as cores. Portanto se quiser estimulá-lo experimente o vermelho e para acalmá-lo o verde e o azul.
Como estimular seu bebê
Brinque com ele na hora do banho, coloque músicas variadas para tocar. Espalhe os brinquedos para que ele faça esforço para alcançá-los.
Peso e altura
Menino - 6,9 Kg e 63 cm
Menina - 6,7 Kg e 62 cm
6 meses
Tudo o que pega leva à boca.
Demonstra grande interesse pelas mãos e gosta de passear nos ombros dos adultos.
Já estica o bracinho para pedir colo. Senta com apoio. A linguagem avança a cada semana e a criança repete sílabas como " ba-ba" e " ga-ga" .
O temperamento de seu filho começa a definir. Ele demonstra por caretas, gritinhos e manhas, suas alegrias,descontentamentos e ansiedades.
Olha quando é chamado. Nesta fase sua visão já é total.
Podem nascer os primeiros dentes, em geral os centrais inferiores. Já come papinhas.
Como estimular seu bebê
Incentive as brincadeiras oferecendo, além dos brinquedinhos favoritos, objetos como caixas, potes vazios... Coloque em sua mão alimentos diferentes para serem manuseados, como biscoitos e pedacinhos de fruta.
Peso e altura
Menino - 7,5 Kg e 64 cm
Menina - 7,3 Kg e 63 cm
7 meses
Ensaia engatinhar, mas ainda não consegue.
Já tem uma visão maior do mundo. Adora mudar objetos de uma mão para outra, levanta os braços em saudação.
Também tem reações de estranheza a pessoas e objetos não conhecidos e sente medo.
Repete seus próprios sons. Curioso vai explorando melhor os brinquedos, os ambientes da casa e também descobrirá outras partes do próprio corpo.
Como estimular seu bebê
Aproveite a curiosidade de seu filho para mostrar a diferença entre os objetos. Deixe ele livre para explorar seus brinquedos e ofereça o maios número de objetos sonoros.
Peso e altura
Menino - 8 Kg e 66 cm
Menina - 7,7 Kg e 65 cm
8 meses
Ganha força no quadril e alguns conseguem engatinhar. Já senta sozinho.
Começa a entender o significado do não.
Reconhece seu próprio nome.
Adquire mais dois dentinhos.
Aquela criança dorminhoca não existe mais. Dorme apenas três horas durante todo o dia. É curioso, animado e, normalmente muda de atividade com rapidez.
Ainda tem pouca concentração. Manifesta sentimento de raiva quando é contrariado.
Como estimular seu bebê
Ofereça livrinhos para que ele possa olhar as figuras e virar as páginas, enquanto você conta a história. Para estimular a criatividade e a coordenação motora, dê-lhe revistas para rasgar.
Peso e altura
Menino - 8,4 Kg e 68 cm
Menina - 8,2 Kg e 67 cm
9 meses
Nesta fase ele passa a manifestar mais clara sua personalidade, gosta de ser o centro das atenções.
Agarrar-se a móveis e consegue se levantar. Adora jogar objetos no chão e observá-los cair.
Sua alimentação pode ser mais variada, pois já consegue morder e mastigar alimentos em pedaços.
Acena com as mãos e já associa palavras a significados.
Como estimular seu bebê
Converse com ele e explique tudo o que vai fazer, seja no banho ou na refeição. Ajude-o a se manter em pé para fortalecer a musculatura. Ofereça livros com cores fortes.
Peso e altura
Menino - 9,3 Kg e 71 cm
Menina - 9,1 Kg e 70 cm
10 meses
Senta e levanta sozinho. Tem melhor habilidade manual e começa a definir qual mão vai ser a dominante.
Dá tchau e pode falar papai e mamãe.
Já troca passinhos com apoio. É capaz de apontar para o que deseja e cai no choro quando suas exigências não são atendidas.
As meninas ficam mais femininas. Interessam-se por fotos, desenhos e figuras.
Como estimular seu bebê
Nesta fase ele aumenta seu vocabulário, por isso é importante falar corretamente com ele. Um telefone de brinquedo pode incentivar o pequeno a soltar a língua. Ofereça brinquedos de encaixe, conte histórias e mostre figuras.
Peso e altura
Menino - 9,3 Kg e 71 cm
Menina - 9,1 Kg e 70 cm
11 meses
Ele suporta ficar períodos sozinhos e brinca com outras crianças.
Caminha com apoio, desloca-se segurando em móveis. Move-se com agilidade, já abre gavetas e começa a ter noção do que é proibido e permitido.
Nesta fase ele vai tratar com simpatia os famíliares, mas pode ficar tímido ao chegar um estranho. Também atende a palavra "dá", mas não solta o objeto.
Como estimular seu bebê
Brinque com ele de colocar e tirar objetos de dentro de uma caixa. Deixe-o livre para propor a brincadeira favorita. Riscar papéis com giz de cera pode ser uma boa pedida. Segure-o pela mão e ajude-o a andar.
Peso e altura
Menino - 9,6 Kg e 73 cm
Menina - 9,4 Kg e 72 cm
12 meses
O bebê tem maior concentração e brinca sozinho.
Com a coordenação motora bem avançada, ele consegue empilhar blocos e encaixar objetos.
Lembra onde estão guardados seus brinquedos, entrega o brinquedo quando pedem.
É capaz de tirar sapatos e meias. Já ajuda a se vestir.
Sua linguagem fica mais apurada. Já pode fazer alimentação variada com a família, mas gosta de comer com as mãos. Define gostos e aversões, pode ter menos apetite.
Como estimular seu bebê
Chegou o momento de incentivá-lo a comer e beber sozinho. Imite sons de bichinhos com ele. Procure conversar sobre tudo.
Peso e altura
Menino - 10,1 Kg e 75 cm
Menina - 9,8 Kg e 74 cm
O bebê é capaz de reconhecer a voz e o cheiro da mãe. Sua visão é limitada, enxerga somente o que for colocado próximo a seus olhos.
É comum de acontecer de o bebê evacuar a cada mamada, é apenas um reflexo primitivo que, em geral, desaparece ao final do primeiro mês.
A cólica é muito comum até os três meses, ela aparece pela imaturidade do aparelho digestivo.
Ele dorme em média 17 hrs por dia e mama a cada duas ou três horas.
Reage aos sons mais altos e pode se assustar com ruídos inesperados.
Como estimular seu bebê
Converse com ele, cante músicas de ninar, sorria para ele e toque seu corpo. A comunicação deve ser estabelecida desde cedo.
Peso e altura
Menino - 4,2 Kg e 55 cm
Menina - 4 Kg e 53 cm
2 meses
O bebê acompanha pessoas e objetos. Alguns são vesgos nos primeiros meses, porque o controle do musculo dos olhos ainda não é perfeito.
Consegue emitir sons.
Já tenta levantar o tórax com a cabeça.
Começa a esboçar sorrisos involuntários, acalma-se ao ouvir vozes e sorri.
Continua dormindo bastante, cerca de 15 hrs por dia.
A partir dos 2 meses, além do banho de sol, o bebê já deve ser levado para um passeio, isto auxiliará o seu desenvolvimento.
Como estimular seu bebê
Esta é uma boa hora para investir em móbiles coloridos para o berço. Levante-o para que possa enxergar ao seu redor e coloque objetos próximos a seu campo de visão.
Peso e altura
Menino - 5 Kg e 57 cm
Menina - 4,8 Kg e 55cm
3 meses
Seu bebê está mais durinho. Ele consegue manter o pescoço ereto e tem total controle da cabeça.
Segura objetos por mais tempo e tenta levá-los à boca.
Já reconhece os pais. Agora seus sorrisos são intencionais e respondem aos estímulos recebidos.
Nesta fase as glândulas lacrimais começam a funcionar.
É o período em que as cólicas começam a desaparecer.
Agita-se com brincadeiras, escuta música e também começa a brincar com suas próprias mãos.
Como estimular seu bebê
Oferça objetos com texturas diferentes. Neste momento é interessante sentá-lo no bebê-conforto, no sofá aparado por almofadas. Brinque com gestos e palavras. Coloque em suas mãos mordedores e chocalhos.
Peso e altura
Menino - 5,7 Kg e 61 cm
Menina - 5,5 Kg e 60 cm
4 meses
Seu filho está mais ágil. Ele ergue o tronco e a cabeça, apoiando-se nas mãos, vira-se de costas e estica-se para alcançar objetos.
Grita forte e demonstra preferência por brinquedos.
Expressa desagrado e reconhece a voz dos famíliares.
Nessa fase, o bebê tem sua capacidade visual aumentada e fica em pé quando segurado pela cintura.
Adora balançar brinquedos sonoros. Escuta conversas em silêncio e emite sons, quando os adultos param de falar.
Como estimular seu bebê
É hora de ampliar a comunicação. Vale contar histórias, oferecer objetos sonoros e apresentar alimentos diferentes para estimular o olfato e o paladar.
Peso e altura
Menino - 6,3 Kg e 62 cm
Menina - 6,1 Kg e 61 cm
5 meses
Imita caretas. Seguras objetos com firmesa e consegue se arrastar para pegá-los.
Chupa os dedos dos pés e brinca com eles.
Tenta fazer força para sentar-se.
Brinca de esconder, transfere objetos de uma mão para outra.
Logo estará balbuciando novos sons, como o de "r" . Se for colocado em frente ao espelho, vai se surpreender com a reação dele.
Ele achará graça da própria imagem.
Nesta fase o bebê já diferencia as cores. Portanto se quiser estimulá-lo experimente o vermelho e para acalmá-lo o verde e o azul.
Como estimular seu bebê
Brinque com ele na hora do banho, coloque músicas variadas para tocar. Espalhe os brinquedos para que ele faça esforço para alcançá-los.
Peso e altura
Menino - 6,9 Kg e 63 cm
Menina - 6,7 Kg e 62 cm
6 meses
Tudo o que pega leva à boca.
Demonstra grande interesse pelas mãos e gosta de passear nos ombros dos adultos.
Já estica o bracinho para pedir colo. Senta com apoio. A linguagem avança a cada semana e a criança repete sílabas como " ba-ba" e " ga-ga" .
O temperamento de seu filho começa a definir. Ele demonstra por caretas, gritinhos e manhas, suas alegrias,descontentamentos e ansiedades.
Olha quando é chamado. Nesta fase sua visão já é total.
Podem nascer os primeiros dentes, em geral os centrais inferiores. Já come papinhas.
Como estimular seu bebê
Incentive as brincadeiras oferecendo, além dos brinquedinhos favoritos, objetos como caixas, potes vazios... Coloque em sua mão alimentos diferentes para serem manuseados, como biscoitos e pedacinhos de fruta.
Peso e altura
Menino - 7,5 Kg e 64 cm
Menina - 7,3 Kg e 63 cm
7 meses
Ensaia engatinhar, mas ainda não consegue.
Já tem uma visão maior do mundo. Adora mudar objetos de uma mão para outra, levanta os braços em saudação.
Também tem reações de estranheza a pessoas e objetos não conhecidos e sente medo.
Repete seus próprios sons. Curioso vai explorando melhor os brinquedos, os ambientes da casa e também descobrirá outras partes do próprio corpo.
Como estimular seu bebê
Aproveite a curiosidade de seu filho para mostrar a diferença entre os objetos. Deixe ele livre para explorar seus brinquedos e ofereça o maios número de objetos sonoros.
Peso e altura
Menino - 8 Kg e 66 cm
Menina - 7,7 Kg e 65 cm
8 meses
Ganha força no quadril e alguns conseguem engatinhar. Já senta sozinho.
Começa a entender o significado do não.
Reconhece seu próprio nome.
Adquire mais dois dentinhos.
Aquela criança dorminhoca não existe mais. Dorme apenas três horas durante todo o dia. É curioso, animado e, normalmente muda de atividade com rapidez.
Ainda tem pouca concentração. Manifesta sentimento de raiva quando é contrariado.
Como estimular seu bebê
Ofereça livrinhos para que ele possa olhar as figuras e virar as páginas, enquanto você conta a história. Para estimular a criatividade e a coordenação motora, dê-lhe revistas para rasgar.
Peso e altura
Menino - 8,4 Kg e 68 cm
Menina - 8,2 Kg e 67 cm
9 meses
Nesta fase ele passa a manifestar mais clara sua personalidade, gosta de ser o centro das atenções.
Agarrar-se a móveis e consegue se levantar. Adora jogar objetos no chão e observá-los cair.
Sua alimentação pode ser mais variada, pois já consegue morder e mastigar alimentos em pedaços.
Acena com as mãos e já associa palavras a significados.
Como estimular seu bebê
Converse com ele e explique tudo o que vai fazer, seja no banho ou na refeição. Ajude-o a se manter em pé para fortalecer a musculatura. Ofereça livros com cores fortes.
Peso e altura
Menino - 9,3 Kg e 71 cm
Menina - 9,1 Kg e 70 cm
10 meses
Senta e levanta sozinho. Tem melhor habilidade manual e começa a definir qual mão vai ser a dominante.
Dá tchau e pode falar papai e mamãe.
Já troca passinhos com apoio. É capaz de apontar para o que deseja e cai no choro quando suas exigências não são atendidas.
As meninas ficam mais femininas. Interessam-se por fotos, desenhos e figuras.
Como estimular seu bebê
Nesta fase ele aumenta seu vocabulário, por isso é importante falar corretamente com ele. Um telefone de brinquedo pode incentivar o pequeno a soltar a língua. Ofereça brinquedos de encaixe, conte histórias e mostre figuras.
Peso e altura
Menino - 9,3 Kg e 71 cm
Menina - 9,1 Kg e 70 cm
11 meses
Ele suporta ficar períodos sozinhos e brinca com outras crianças.
Caminha com apoio, desloca-se segurando em móveis. Move-se com agilidade, já abre gavetas e começa a ter noção do que é proibido e permitido.
Nesta fase ele vai tratar com simpatia os famíliares, mas pode ficar tímido ao chegar um estranho. Também atende a palavra "dá", mas não solta o objeto.
Como estimular seu bebê
Brinque com ele de colocar e tirar objetos de dentro de uma caixa. Deixe-o livre para propor a brincadeira favorita. Riscar papéis com giz de cera pode ser uma boa pedida. Segure-o pela mão e ajude-o a andar.
Peso e altura
Menino - 9,6 Kg e 73 cm
Menina - 9,4 Kg e 72 cm
12 meses
O bebê tem maior concentração e brinca sozinho.
Com a coordenação motora bem avançada, ele consegue empilhar blocos e encaixar objetos.
Lembra onde estão guardados seus brinquedos, entrega o brinquedo quando pedem.
É capaz de tirar sapatos e meias. Já ajuda a se vestir.
Sua linguagem fica mais apurada. Já pode fazer alimentação variada com a família, mas gosta de comer com as mãos. Define gostos e aversões, pode ter menos apetite.
Como estimular seu bebê
Chegou o momento de incentivá-lo a comer e beber sozinho. Imite sons de bichinhos com ele. Procure conversar sobre tudo.
Peso e altura
Menino - 10,1 Kg e 75 cm
Menina - 9,8 Kg e 74 cm